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Era um segunda feira não muito fria, Adam acorda mais uma vez sentindo nada, nenhum sorriso no canto da boca, nenhuma marca de lágrima, estava vazio cultivando cada vez mais, depois de sofrer com o primeiro amor, depois de se ver só quando precisava dos amigos ou de familiares, talvez ele estivesse exagerando quanto a sua solidão, mas se sentia perdido de fato, não sabia o que fazer toda vez que acordava depois de mais uma noite sem sonhar.
Ele se levantou olhou para seu mural onde ele pendurava fotos, imagens ou desenhos que significava alguma coisa para ele ou simplesmente algo que ele gostaria de ter ou sonhar, precisando de mais uma imagem ele ligou o computador e pesquisou revirando na memória algo com que gostaria de sonhar, enfim ele achou a imagem de um farol no topo de um penhasco com o mar batendo forte sobre as rochas e um navio a deriva bem perto do horizonte, aquilo provavelmente resumia o estado do seu interior. Ligou o rádio com uma playlist bem alta de Rock Inglês saiu do seu quarto e abafados pelos riffs de guitarra os gritos da mãe do Adam mandando abaixar a música, ele ignorava. Ele fez o seu café da manhã as quatro horas da tarde bebeu uma enorme xicara e saiu de casa com o fone de ouvido, percebeu os vizinhos nas janelas e alguns nos seus jardins olhando em sua direção viu que sua mãe estava gritando da porta de casa mandando-o voltar, ele sorriu e sem tirar as mãos dos bolsos disse: eu te amo mãe, ela não entendeu nada e ficou em silêncio por dois segundos, ele voltou a sorrir e continuou a caminhar dessa vez sem interrupções para declarações. Olhou para o céu que estava nublado, andou uma distância segura de casa e acendeu o seu cigarro, vicio adquirido como uma forma de se castigar a si próprio. Ele andou por três quilometros sem pensar no destino, estava usando sua camisa velha de uma banda pequena com um casaco preto meio surrado com o tempo, uma bermuda cargo preta que ia além do joelho e seu tênis vans antigo, seu jeito de se vestir era algo que tinha orgulho e que o vazia bem.
Caminhou até chegar ao cais, uma distância de sete quilometros e seis cigarros, e sentou para ouvir música e olhar o mar, era algo que podia fazer por horas, então resolveu ligar para alguém e chamar para fazer compania, chamou seu amigo mais antigo, Natan. Ele não recusou o convite, mas demorou a chegar, talvez estivesse passeando com um dos seus quatro cachorros ou tomando algum remédio anti-alérgico a qualquer coisa ou a tudo, com a demora Adam resolveu ligar de novo, Natan não atendeu mas enviou uma mensagem dizendo que estava chegando, assim que desligou o telefone, um homem se aproximou do Adam e após sentar ao lado do Adam perguntou:
--Porque você faz isso? Adam sem saber do que se tratava e estranhando o inesperado companheiro, perguntou: --Isso o que? Com uma cara de desprezo e com os olhos analisando o sujeito.
O homem olhou para os dois lados rindo e disse: fumar, isso te mata aos poucos.
Adam com toda indiferença respondeu: --Não tenho ligado para a morte e talvez eu queira me maltratar um pouco.
O Homem sacando uma arma interrompeu o Adam: -- Não é algo que me convence, então depois de pegar seu celular e seu dinheiro posso te matar? Abriu um sorriso com certo nervosismo.
Adam mordeu o maxilar não respondeu e continuou a ouvir a música.
-- Você está ficando maluco? Não me ignore. Disse o assaltante antes de dá um tapa na cabeça do Adam.
Adam já tinha sofrido outros assaltos e já estava cansado dessa situação.
-- Só está última música. Disse Adam sem tirar os olhos do Mar e depois de estalar o pescoço.
O bandido se levanta e põe a arma na cabeça do Adam removendo a trava de segurança fazendo o tradicional barulho antes da morte, foi quando o Natan chegou e vendo o amigo naquela situação se desesperou e gritou: -não!. Com o grito extremamanete alto, o bandido se assustou e deixou a arma cair no colo do Adam, foi exatamente quando a música acabou e após o grito do Natan somente o barulho do mara podia ser ouvido. Adam pegou a arma riu e apontou para o bandido.
-- Porque você faz isso? Perguntou Adam ao bandido, de pé com o cigarro em um canto da boca e com um sorriso no outro canto da boca.
--Isso o que? Perguntou o bandido que começava a suar frio e olhar para a arma com o medo estampado em seu rosto.
-- Assaltar, matar e etc. Perguntou Adam sem tirar o sorriso sarcástico do rosto.
-- Preciso me sustentar e essa foi a última saída. Nesse momento as pernas do bandido tremia.
Adam sorriu e disse: -- não é algo que me convence. E disparou duas vezes na cabeça do bandido, ainda sorrindo.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Um punhado a mais de café
Hey... Esse é o primeiro de alguns contos que vou escrever e pôr aqui.
Ele pegou um punhado a mais de café, estava com sono e precisa suportar a sua mulher por mais dois dias. Ele queria sair de casa, mas o filho tinha as provas finais e não podia levá-lo com ele em uma situação assim. Sim, ele ia seqüestrar o filho. Não suportava mais a sua mulher, além de se chamar Maria... ela gritava, fedia a perfume barato e cuidava mais do gato do que cuidava da casa. A casa era do tamanho de um trailer e mesmo assim vivia uma bagunça. Roupas pelo chão, farelo de comida no sofá, louça suja e o gato limpo. Ele estava na cozinha e preparava um sanduíche com o frango do jantar anterior, com o cigarro na boca, e enquanto preparava o sanduíche algumas cinzas agarravam na barba, outras na camisa, outras caiam no pão. Ele não se importava. Só pensava em como seria melhor a sua vida longe dali. Ele olhava pelas janelas enquanto caminhava até a poltrona e via cenas de suas memórias que não voltavam mais. Enquanto os vizinhos sorriam, ele via os seus antigos sorrisos, enquanto as crianças brincavam, ele via seu filho quando era feliz. E quando pisca, ele acorda e vê o quanto cinza está o presente na sua vida. A mulher saiu do quarto e o cheiro de 1,99 tomou conta da casa, ele enrugou a cara. estava no seu limite. O gato saiu do quarto e andando bem devagar, parecia querer provocar, sentou no braço da poltrona. Estava fedendo como a mulher. Ele se lembrou do cachorro que tinha, até descobrir a alergia da mulher ao cachorro. Pobre Miguel teve que ir para o canil e esse gato que ele não lembrava o nome havia tomado conta do seu lugar. Ele era o dono da casa.
Depois do sanduíche ele pegou no sono. O sonho era algo estranho, era como se ele tivesse morrido e estava preso em algo. Uma fila sem ordem, onde em televisões turvas se passavam alguns momentos que haviam sido esquecidos por excesso de álcool ou de tristeza, amargura. Algo muito ruim que envolvia a vida dele. Ele percorreu a fila, ninguém se importava, ele reparava nos rostos e todos carregavam dor. Ele acompanhava algumas reações pessoas choravam, algumas se retorciam, alguns fechavam os olhos. O medo. Tudo se resumia ao medo. Quando ele estava chegando perto do primeiro da fila ele viu seu filho. Na frente dele havia mais uma pessoa e um penhasco. El tentou gritar mais não conseguia. A pessoa que estava na frente se jogou no penhasco e um frio tomou conta da sua espinha. O filho caminhou até a beira do penhasco e olhou para trás direto nos olhos do pai. Ele podia ver o pensamento do filho, as lembranças felizes sendo destruídas por brigas dos pais bêbados, a mãe antes feliz, vestindo a armadura de uma mulher escrota. Ela estava cansada de sair no meio da noite do quarto que fedia a ressaca para dormir com o filho que chorava de medo do pai, com as histórias infantis que nunca lhe contaram. Assim que a visão se passou o filho deu um passo à frente. Ele conseguiu gritar, mas o não gritado não adiantava mais. Ele despertou, soava frio.
Já estava de noite. A TV estava baixa, o cigarro havia feito um buraco em sua camisa. Ele levantou para tomar um banho, a casa estava toda apagada, seu filho provavelmente não havia voltado da escola. Ele passou pela casa, sem perceber o quarto estava vazio. Todos os quartos estavam vazios. Ele entrou no banheiro e quando reparou que havia algo errado na casa. Jogou água na cara e deu meia volta. Tudo parecia em câmera lenta e em sua cabeça latejava, o pesadelo, as memória, as dores. Passou pelo seu quarto e estava sem nada da sua mulher. Uma cama vazia. No quarto do seu filho estava tudo bagunçado e em cima da sua cama havia um desenho. Ele caminhou até o desenho. Era um penhasco. Ele chorava não sabia o que fazer. Saiu correndo, foi para a garagem o carro não estava lá. Ela havia fugido. Voltou para dentro de casa, encheu um copo de uísque e viu que na geladeira tinha uma carta da sua mulher. Dizia assim:
“Vinte anos. Foram vinte anos morando com você. Eu te amei, amei tanto. De começo sentia o seu amor, o seu carinho, o calor em suas mãos. Mas com o tempo tudo se foi. Os nossos dias de sol ficaram nublados, você bebia, fumava... se entregava aos vícios. Eu deixei de ser aquela mulher amável me entreguei à mediocridade. Você cheirava a promiscuidade, não queria isso para meu filho. Nosso filho com apenas doze anos. E era obrigado a ver seus sonhos indo embora por causa de um pai ausente. Um pai bêbado. Ele pediu paciência, tinha fé em você. mas com o tempo nem seu filho acreditava mais. Ele teve mais um pesadelo. E você o jogava de um penhasco. ele tem medo de você. ele te ama, mas prefere a sua distância para não te odiar. um dia voltamos para te ver. Cuide do gato. Esse foi o último pedido do Júlio para você. Se cuida, sempre vou te amar. Mas você se entregou aos nossos medos e não há mais como seguir sem dormir, sem poder sorrir. Comprei um novo perfume. Usava o outro porque sempre soube que você odiava. Nem tudo é perfeito. Muito menos o amor.”
- Vou te chamar de Miguel. Enquanto chorava. Enquanto ele miava.
-Miau.
- cala boca... Miguel.
Até mais, ou não.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
O post sobre Dentista, seriado e problemas com música.
Hey... Com pequenas máquinas de torturas, máscaras no rosto, agulhas com anestesias, habitam em lugares frios. Poderia estar falando de qualquer psicopata, mas estou falando do seu Dentista. Na verdade de qualquer dentista que existe na face da terra. Você sempre assimilou a imagem do dentista com a de um matador maluco que se esconde em baixo de uma padaria do subúrbio inglês, mas não sabia e é por isso que você odeia ir ao dentista. Eu espero que você odeie ir ao dentista, porque assim você tem a permissão de ler o meu blog. Eu preciso arrancar os três cisos que restam em minha boca e tenho um medo enorme. A última vez que eu fui o dentista estava fechado e na penúltima estava tão nervoso que eu passei mal, de verdade, e fui embora com a pressão baixa, tonto e quase devolvendo ao mundo os alimentos que havia comido. Já pensou no risco que passamos? Ele pode te anestesiar arrancar o seu dente da frente, você volta dopado e quando chega em casa e percebe que está sem o dente não sabe mais voltar até o consultório porque a droga que ele aplicou era forte demais e fazia com que você esquecia das coisas. Ficava sem memória, dente e dignidade. Fora o fato que ele pode cortar seu pescoço fora com uma daquelas maquinas malucas. No cabeleireiro você corre o mesmo risco, mas morrer para um sweeney todd da vida.. seria super legal, pelo menos eu penso assim.
Minha irmã ganhou do namorado dela todas, TODAS, as temporadas de Friends. E isso é bom porque eu simplesmente sou viciado em friends e já vi todos os episódios duas vezes no mínimo. E o incrível é que você pode ver a qualquer momento, qualquer horas, quantas vezes for e não enjoa. Sério. Há uma espécie de magia nesse seriado muito forte que faz com que eu saiba todas as piadas e mesmo assim começo a rir. Algo parecido com chaves. Eu agradeço a Deus todo santo dia pela invenção do seriado. É um Vicio maravilhoso, um suspense, emoção a cada episódio, personagens que ficam pra história. Eu ainda vou produzir um seriado e provavelmente falará sobre romance porque eu insisto em acreditar nisso. E acho algo extremamente necessário para cada um. Queria recomendar alguns seriados então: Friends (Te fará rir, emocionante e tem romance... o que é bom), How i met your mother (uma espécie de novo friends, muito bom também.), The Walking Dead (Zumbis. Isso resume), Breaking Bad (Uma espécie de seriado policial, embora eu não considere tão policial assim já que os principais estão na ilegalidade). Misfits (Gente maluca, com super poderes e só fazem besteiras) e uma que eu amo, mesmo, THE O.C (Um drama, romance, comédia. Tudo de melhor e tal.) Enfim veja seriado faz bem para a alma. Só não veja GLEE que é ridículo.
Sabe quando você está escutando música muito alta e parece que alguém está chamando, ai você abaixa o volume e lança a pergunta no ar “alguém me chamou?” Ninguém responde ou alguém diz.. “não” e você volta a aumentar o volume. E a impressão de alguém chamando continua, mas você pensa “não tem ninguém chamando”, mas não adianta incomoda tanto que você fica desesperado e abaixa o volume, só que fica parado olhando para o cômodo do lado, esperando alguém te chamar... e nada. Só resta você e sua cara de paisagem por que ninguém te respondeu, mais uma vez. Pior que isso é defeito de fone de ouvido. Sempre começa com interferência, você ajeita a base dele e ele melhora, um tempo depois volta a ficar ruim e você puxa, gira, morde e só um funciona... Tenho uma péssima noticia.. Está na hora de comprar um novo fone de ouvido. Não adianta comprar em camelô porque em uma semana você terá que comprar um novo. Mas o mais importante... Sempre use fone de ouvido, música alta no celular não merece ser discutido nem mais uma linha. Um beijo para Clara Goldstein e por hoje é isso.
na hora deu até certo, mas depois caiu a chuva.
E quando chegou a noite, me vi caminhando no frio.
olhando meu reflexo nas poças, eu estava sozinho.
uma música alta, estava baixa de tão longe.
eu não sabia por onde ir, mas já havia passado por ali.
é o mesmo caminho, devia ser meu coração.
As cicatrizes se destacavam, os arrepios pelo frio,
conduzia qualquer sentimento ao meu rosto.
tinha que sair dali, mas a chuva aumentava
e a sua voz chegava mais perto, corri.
o ônibus estava chegando. Não suportava ver
o vazio que estava por lá.
até mais, ou não.
Cœurua
Me preparei, fiz pose, guardei o melhor sorriso.na hora deu até certo, mas depois caiu a chuva.
E quando chegou a noite, me vi caminhando no frio.
olhando meu reflexo nas poças, eu estava sozinho.
uma música alta, estava baixa de tão longe.
eu não sabia por onde ir, mas já havia passado por ali.
é o mesmo caminho, devia ser meu coração.
As cicatrizes se destacavam, os arrepios pelo frio,
conduzia qualquer sentimento ao meu rosto.
tinha que sair dali, mas a chuva aumentava
e a sua voz chegava mais perto, corri.
o ônibus estava chegando. Não suportava ver
o vazio que estava por lá.
até mais, ou não.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O post sobre sono, locura pessoal e me gusta
ocura Hey... Na mesma medida que a ciência não consegue explicar o porquê nós precisamos dormir, eu não consigo entender como tem dias que você dorme tão pouco e fica super bem durante o dia e tem dia que você pode dormir 13 horas e continua com sono o dia todo. Pelo menos eu sou assim. Nesse dia que estou escrevendo, não sei quando você vai ler isso aqui, eu só dormi 4 horas e parece que acabei de hibernar correria meio mundo eu acho... Não passaria pela china não gosto muito de lá... Falando em dormir e etc., sabe quando está muito calor quando você está todo coberto e quando você tira o cobertor parece que vai congelar se ficar sem ele por mais alguns segundos e então você só põe a perna para fora e tudo se resolve como se a perfeição existisse? Sempre quis saber o por que... Sempre que faço isso dou uma risada porque não vejo nexo e coisas sem nexo são engraçadas. E não adianta dizer para usar um lençol porque o lençol não me protege do medo. Ninguém está seguro usando um lençol, o lençol foi feito pelo mal. E para enfeitar o varal e nada mais.
Sabe quando você olha para o céu e aparece uma espécie de marca d’água que fica indo aonde você olha... qual o nome daquilo? Eu sempre ficava brincando com aquilo desviando das coisas sabe?! Eu ficava viajando mesmo, às vezes volto e faço. Não com tanta freqüência, eu brincava assim com sujeiras que grudavam na janela do carro e ficava desviando de coisas nas ruas, como se a sujeira fosse um Mario Bros® e as ruas seriam as fases... Vocês entenderam. Sempre fui viciado em jogos. Igual quando você olha para o sol e fica aquela marca nos olhos, o “nome do jogo” é diferente, mas a categoria é a mesma. Uma coisa muito legal que eu ficava viajando também era ficar apertando os meus olhos quando estavam fechados ficava umas espécies de luzes bem estranhas e eu ficava tentando controlar e tal. Eu era bem maluco. Sou. Enfim... Quero falar sobre algumas coisas prazerosas e simples só porque o blog é meu mesmo... Uma pequena lista: Quando você está descalço e o sol está matando, seus pés começam a queimar e você corre até uma sombra/grama/local molhado o alivio sentido na hora deveria ser vendido nos supermercado em latas que poderiam ser consumidas. Estourar bolhas de plásticos, aquelas que protegem as coisas... Sensacional demais, arrancar o adesivo protetor de tela de celular novo também gosto muito. Ou quando você está tentando dormir o travesseiro fica quente e você o vira está geladinho... E tem mais coisa outra hora eu cito, falo mais. Ok mais uma... Abaixar aos poucos a cadeira do computador eu me divirto com isso, no trabalho. É claro...
Estava pensando em fazer um vlog sei lá... Me deram a idéia e fiquei refletindo sobre... E postar alguns contos também, contos acho mais fácil. Enfim, por hoje é isso.
Até mais, ou não.
domingo, 6 de novembro de 2011
O Post sobre Destinos, Compartilhar e Zumbis
Hey... Você acredita em destino? Eu fiquei pensando sobre isso e cheguei a uma conclusão. Eu não acredito em destino. Creio que somos predestinados a tudo que há de melhor... Toda felicidade, todo amor, sucesso, toda paz, enfim tudo de melhor. Mas tudo isso é consequência do que você faz. O que você planta, você colhe... Não sou o primeiro a dizer isso, não serei o último, mas só agora pude perceber. Se já houvesse um destino para cada um seria fácil e chato demais: era só ficar sentado esperando tudo acontecer e etc. Algo complicado é a preguiça, eu me perdi totalmente esse semestre. Eu joguei seis meses da minha vida fora. Já estou arrependido, mas planejo algo melhor para o ano que vem. Não haverá resultado se eu não correr atrás será assim para todo mundo, é só a vida.Faça o bem, por favor... e o bem virá.
Pela primeira vez me cobraram um novo post e não foi só uma pessoa, o que eu achei mais interessante. Não sei ao certo porque comecei com o blog e foi facilmente se tornando algo muito bom para mim. Gosto dos comentários, dos amigos compartilhando idéias, dos elogios aos textos e algo que achei legal foi quando usaram frases minhas com aspas e tudo... HAHAHA por um segundo me senti o Caio F. Abreu o “maior de todos no Facebook”. Eu acho que alguns podem condenar essa minha declaração e tudo mais, enfim isso na verdade é uma forma de agradecer a todos que passam por aqui e lêem os post e divulgam o blog. Acho mais digno compartilhar isso, ao invés de compartilhar desgraças no Facebook. Por falar nisso alguém sabe o porquê essas pessoas fazem isso? Qual o fundamento? “Um menino com um alicate na cabeça – LEIA ISSO” pelo amor... Isso não vai adiantar de nada, nenhuma corrente, publicação, ou um texto enorme falando sobre o acidente com o garoto vai adiantar. O pior eles usam o nome de Deus nas publicações, como se Deus só fosse olhar para o menino se um grande número de pessoas participarem da corrente. Deus não tem facebook. Como também não tem twitter, email e nunca teve Orkut. Para de usar o nome dele em vão. Fala dele para agradecer por tudo e não para ganhar “curtições” na internet, por favor.
Enfim... Dia de finados me lembra zumbi. Estou falando sobre isso porque foi feriado na quarta-feira passada e com a nova temporada de The Walking Dead, o tema zumbi não sai da minha cabeça. Por duas coisas: o seriado é sensacional e um fim do mundo com Zumbi seria sensacional. Possivelmente eu seria um zumbi como qualquer um nós meros mortais. Mas eu me imagino como um sobrevivente. É claro. Imagina a aflição de cada dia, viver já seria um desafio, matar vários zumbis: com machados, tiros, facadas, poder atropelar e etc. Sério... Os zumbis são sensacionais, a história tem o medo está na medida certa. Eu não curto filmes de terror por isso ou me dão medo demais ou não me causam medo nenhum e na maioria das histórias com apocalipse zumbi o suspense e o medo estão perfeitamente relacionados. O primeiro filme de terror que me causou essa sensação foi: A volta dos mortos vivos. Desde então essa minha admiração aumentou incluindo os jogos também. Veja The Walking Dead e aprenda um pouco a sobreviver em um apocalipse Zumbi. Por hoje é isso.
Até mais, ou não.
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