Hey... desculpe pelo abandono ao blog, é porque estou de férias e tento fazer o máximo de coisas possíveis longe de casa e consequentemente longe do computador. Me sinto mal por não escrever aqui, me dediquei a contos e poemas curtos. Enfim se há algum leitor do blog, peço desculpa. Essa virada de ano eu passei em cabo frio. Segundo ano consecutivo que eu passo lá e até que foi legal. Na praia, fogos, sorrisos e festa. Passei quatro dias lá, peguei dois dias de sol e voltei negro como o meu pai. Sim meu pai é negão.
Não há como não comentar sobre praia em alta temporada e os tipos de pessoas que vão a elas. Pessoa 01: Mamãe to definido. São aqueles caras, que são escrotos e não sabem. Ficam lá caminhando pela praia de um lado para outro com as sungas iguais, diferenciadas pelas cores e contraindo a barriga pensando que estão chamando toda a atenção do mundo. Ainda mais quando usam aqueles óculos que refletem coloridos e tal. PELO AMOR de Deus, o que vocês acham de legal naquilo. Além de suados por caminhar 5 km na areia ficam com aquela merda de óculos de mosca. Ridículos. Pessoa 02: To gordo, mas quero cor. São aquelas senhoras, que ultrapassaram o limite do apetite, ignoraram a gula e se tornaram ignorantes e extremamente gordas, mas não tem vergonha na cara... Chegam à praia, colocam duas cangas na areia (uma só não dá), se lambuzam de óleo e caem suavemente como uma bigorna e só saem quando estiverem coradas e prontas para o exorcismo. O problema não é a gordura e sim a falta de senso em por algo que cubra mais o belo corpo da madame, do que um biquíni fio dental. Sabe quando distribuíam sacos plásticos para pôr o lixo que você produzia na praia? Um dia eu vi o marido enfiar o saco na cabeça e se jogar na mar. Sim. Ele tentou se matar. True story. Pessoa 03: Frescobol. O raça... Eles tomam para si, 5 metros quadrados, no mínimo, para jogar e ainda coloca em risco qualquer pessoa que tente entrar na água. Porque não basta ocupar espaço tem que acertar a bolinha nas pessoas. Mas o pior é que eles acham que todo mundo tem a obrigação de ser gandula deles. A bolinha caiu na areia, eles ficam olhando nos olhos de todos que passam no intuito de receber a bolinha de volta. Abusados. Pessoa 04: Caçadores de relíquias. Não são as crianças que brincam de castelinhos, cavam e tudo mais... são os adultos que ainda fazem isso. São aqueles caras, já casados, que não podem olhar para as outras mulheres (“Panicats” Pessoa 05: Nada contra. Amo.) e tem uma mulher que adora ir à praia e como ele fica entediado, faz um filho e o usa como desculpa. Ai fica aquele cara, peludo, quase careca, cavando e cavando a procura de algo que nem ele sabe o que é... Prendendo Tatuí no balde das crianças, com o cofrinho de fora, com óculos de reflexo colorido, todo acabado... Ai você normal, barrigudinho ou não, sem demonstrações, com juízo na cabeça.. sai da água em direção ao seu guarda sol... e cai em um buraco feito por um cara de 40 anos de idade mal resolvido. Não dá. MAS o bom da praia é isso. Porque mesmo com tanta coisa ruim e engraçada, a natureza vence é bom demais o mar, o pé na areia, o céu, o vento e etc. Praia é bom demais. É claro que existe mais tipo de pessoas, mas essas eu quis ressaltar.
Para você desejo um 2012 bom demais, saúde, paz e o amor da sua vida... Aquela pessoa que você vai conhecer, sair algumas vezes, não ter certeza se vai dá certo.. se afastar um pouco, ligar para ela depois de ouvir uma música que ela gosta. Marca mais um cinema. Se encontrar dois finais de semana seguidos. Começar a andar de mãos dadas, dizer que adora pelo chat do facebook.. depois sentir um frio na barria quando a pessoa dizer que amo certo amigo, ficar chateado.. contar para a pessoa, ela rir e dizer que achou bonitinho. Ai uma semana depois você começa a namorar. Dá certo por um tempo depois começa uma crise leve.. fica tudo normal... depois piora e vocês dão um tempo. Você faz merda. ela descobre. Mesmo assim vocês voltam, mas não é a mesma coisa, ai vocês decidem terminar. Ela fica melhor que você por um tempo. Você acha que a esqueceu. Vai vivendo até encontrá-la. Você banca de pessoa fria. Ela fica chateada e não te conta. Fica com outra pessoa na sua frente. Você some. Vai para casa deitar na cama e ficar olhando para a parede. Depois de um tempo a pessoa está com outra pessoa. E você parece não ter levantado da cama. Ai você vai decidir lutar por ela. Ela vai ficar balançada e terminar com a outra pessoa. Vai estar chovendo e você decide ir ao local de sempre, pra vê se alguém te acha. Se ela te acha. Será só uma doce ilusão causado pelos filmes. Ela está festas e você triste. Ela seguiu a vida e você terá perdido a sua. Porque isso é o amor e a vida. Por hoje é isso nem vou revisar esse último parágrafo porque foi uma bela viagem.
Até mais, ou não.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sábado, 8 de outubro de 2011
O post sobre trabalhos escolares, óculos e cartolina
Hey você... Regra 01 de um encontro com os antigos amigos da escola: Conversar sobre as histórias vividas no passado acadêmico. Sempre a base de muita risada, as histórias dos anos, considerados lendários, faz com que o tempo voe e quando se olha o relógio todos já precisam ir embora. Da sexta até a oitava série, eu e meus amigos formávamos um grupo bem unido, alegre e que sabia fazer do pesadelo escolar um momento bom para se passar junto. Uma coisa que sempre foi marcante nesse grupo era a realização dos trabalhos escolares. Sempre deixávamos para o último momento, nunca tínhamos a fala memorizada, não éramos os mais inteligentes, porém a habilidade de cumprir o dever no último momento estava presente em cada um de nós. Em uma feira de ciência em que ficaríamos apresentando o mesmo trabalho para várias pessoas o dia todo, o grupo foi formado e sim estavam no grupo os meninos que nada faziam. Faziam sim, mas no último momento é claro. Decidimos que apresentaríamos experiências químicas e físicas apresentando reações de algumas combinações. Nos reunimos na casa de Victor e procuramos experimentos na internet, pintamos galões como galões radioativos, colocamos jalecos e fizemos as falas. Estávamos prontos. No outro dia arrumamos tudo e depois fomos ver os outros grupos... era absurdo, os outros grupos fizeram salas inteiras decoradas em prol de um trabalho e nós só tínhamos um stand. Um grupo de meninas fez sobre o sorvete, onde uma sala toda estava revestida de algodão, isopor como se fosse neve, um boneco de neve gigante e sorvete como brinde. Estava impecável. Elas sobestaram o nosso grupo e falavam que tirariam uma nota melhor. O que parecia inevitável. Mas o nosso grupo era forte. Nos dedicamos, os experimentos estavam irados, as falas foram memorizadas e conseguíamos ser engraçados, conquistamos os professores... No final disso tudo elas tiraram 10 e nós... Também tiramos. Um empate vitorioso. Pra gente é claro.
Mudando de assunto... Quando se usa óculos tudo fica um pouco mais complicado. Óbvio. Ainda mais quando se tem cinco graus de miopia. Para ter noção eu não posso usar óculos escuros se eu quiser enxergar algo além de borrões na rua. O pior que quando eu uso sempre tem alguém no outro dia que fala “passei por você na rua e você nem falou comigo” Acabo ganhando fama de marrento e o pior sou míope e não metido. Um dia desses tomei banho de óculos, a diferença é absurda eu não enxergo o sabonete direito e só me dei conta depois dessa experiência, mas tomar banho de óculos só tem validade até a hora de lavar a cabeça, quando se usa óculos e você olha de um lugar alto para a parte de baixo você sempre pensa: meus óculos vão cair e todos meus problemas vão ampliar então faz a tradicional ajeitadinha sutil com o dedo. Pelo menos eu sou assim. Eu particularmente não me vejo mais sem óculos. Já faz parte do meu rosto, assim como a barba. Mas vou operar para tirar a miopia, preciso jogar bola sem arriscar a integridade da armação, preciso praticar mergulho e enxergar muito bem no fundo do mar, pular de pára-quedas e enxergar o mundo em HD lá embaixo. Deixarei 0.5 graus de miopia assim usarei uns óculos de leve, sou esperto. Voltando ao tema de trabalho rapidinho, eu adorava cartolina. Por três motivos principais: Um enrolava no braço e fingia ser o Megaman, as lutas de espadas eram as melhores e gostava de gritar através dela. Me sentia um herói robô com uma arma no braço, um Jedi sábio e muito poderoso e um cowboy com o seu berrante no melhor estilo propaganda antiga de cigarro. Por hoje é isso
Até mais, ou não.
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